Confira o Balanço das Maiores Petroleiras do Mundo no 2T25

O setor de petróleo e gás natural permanece como um dos pilares da economia global, sustentando indústrias, transportes e o cotidiano de bilhões de pessoas. As maiores petroleiras do mundo não apenas exploram e refinam hidrocarbonetos, mas também moldam dinâmicas geopolíticas, políticas ambientais e mercados financeiros internacionais. Em meio a uma transição energética acelerada, essas empresas enfrentam o desafio de equilibrar a demanda por combustíveis fósseis com pressões por sustentabilidade e inovação. O segundo trimestre de 2025 (2T25), de abril a junho, oferece um panorama revelador desse cenário, marcado por oscilações nos preços do barril, impactos de eventos globais e estratégias corporativas distintas.

*Imagem gerada por IA.

Nesse período, as petroleiras reportaram resultados que evidenciam tanto a resiliência quanto as vulnerabilidades do setor. Relatórios financeiros indicam que o faturamento total superou expectativas em alguns casos, impulsionado por uma produção estável, apesar da queda nos preços médios do petróleo. O Brent, referência global, fechou o trimestre em torno de US$ 66 por barril, impactado por um cessar-fogo no Oriente Médio e uma demanda global mais fraca do que o previsto. Essa contextualização é crucial para compreender os números e o ambiente em que essas empresas operam.

Uma frase que resume bem os balanços é: “Faturamento é vaidade, lucro é sanidade, caixa é rei”. Essa máxima destaca que, embora receitas bilionárias impressionem, a lucratividade e a geração de caixa são os verdadeiros indicadores de saúde financeira. No 2T25, gigantes como a Saudi Aramco exibiram receitas colossais, enquanto empresas como a Petrobras surpreenderam com margens de lucro elevadas, mostrando eficiência em cenários desafiadores. Esta matéria explora esses aspectos de forma didática, com rankings, contrastes e perspectivas, para elucidar os dados e suas implicações para investidores, governos e sociedade.

2. Panorama Geral do Setor

O 2T25 foi marcado por um desaquecimento relativo no mercado de petróleo, após um início de ano com preços elevados devido a tensões geopolíticas. Segundo a Agência Internacional de Energia (IEA), a demanda global por petróleo cresceu apenas 720 mil barris por dia (kb/d) em relação ao 2T24, atingindo 104 milhões de barris diários (mb/d). Esse crescimento tímido reflete uma recuperação econômica global lenta, influenciada por incertezas comerciais e avanços na transição energética em regiões como Europa e Ásia. Ainda assim, o setor mostrou sinais de estabilização, com a oferta global subindo 330 kb/d para 105 mb/d, impulsionada por produções recordes nos EUA e no Brasil.

Fatores externos moldaram esses resultados. O preço do Brent caiu de uma média de US$ 80 no 2T24 para cerca de US$ 63-66 no 2T25, devido a um excesso de oferta e à redução de tensões no Oriente Médio após um cessar-fogo entre Irã e Israel em junho. Conflitos no Mar Vermelho e sanções a produtores como a Rússia adicionaram volatilidade, mas sem interrupções significativas na oferta. Pressões ambientais também impactaram: o Mecanismo de Ajuste de Fronteira de Carbono (CBAM) da União Europeia elevou custos para exportadores, forçando investimentos em tecnologias de baixo carbono. Nos EUA, políticas menos restritivas sob a administração Trump beneficiaram produtores locais, mas geraram incertezas globais.

Analisar apenas a receita bruta não basta; margens de lucro e o EBITDA (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) são essenciais. Receitas altas podem mascarar ineficiências, como custos elevados de extração. No 2T25, margens foram pressionadas pela queda nos preços, mas empresas diversificadas, como Shell e Equinor, mitigaram perdas com investimentos em gás natural liquefeito (GNL) e renováveis. Essa análise revela um setor em transição, equilibrando lucros imediatos com sustentabilidade de longo prazo.

3. Ranking por Receita Total

A tabela abaixo, baseada em relatórios oficiais, apresenta o ranking das petroleiras por receita total no 2T25, em bilhões de dólares (US$ bi), com variações em relação ao 2T24.

Posição

Empresa

Receita Total (US$ bi)

Variação vs. 2T24 (%)

Observações

1

Saudi Aramco

108,5 -2,5

Liderança absoluta, impulsionada por produção recorde.

2

ExxonMobil

81,5 -12,5

Forte nos EUA, mas impactada por preços baixos.

3

Shell

74,2 -16,0

Diversificação em GNL mitigou quedas.

4

Chevron

44,8 -8,0

Foco na Bacia do Permian.

5

PetroChina

42,1 +1,5

Crescimento na Ásia.

6

Petrobras

25,3 +5,0

Destaque com aumento no pré-sal.

7

Equinor

18,5 -10,0

Ênfase em renováveis na Europa.

8

Eni

17,2 -15,0

Pressões na Itália e África.

9

Repsol

14,8 -18,0

Dificuldades com margens baixas.

10

Sinopec

112,0 -3,0

Foco em refino, não extração.

A Saudi Aramco domina com uma receita que supera a soma de várias concorrentes, beneficiada por custos de extração de cerca de US$ 5 por barril e produção superior a 9 mb/d. ExxonMobil e Shell completam o top 3, com operações integradas que vão da exploração ao varejo. A Petrobras, em 6º, destaca-se para uma estatal de um país emergente, com receita de US$ 25,3 bilhões impulsionada por um aumento de 8,1% na produção upstream (2,3 mb/d). Isso posiciona o Brasil como um player crescente, desafiando o domínio árabe e americano. A escala global é liderada por estatais como Aramco e Sinopec, enquanto privadas como Exxon apostam em eficiência tecnológica.

4. Ranking por Lucro EBITDA

O EBITDA mede a lucratividade operacional, excluindo impostos e depreciações. O ranking do 2T25 revela surpresas, com empresas menores em receita superando gigantes em eficiência.

Posição

Empresa

EBITDA (US$ bi)

Variação vs. 2T24 (%)

Observações

1

Saudi Aramco

44,5 -10,0

Isolada na frente, mas margem pressionada.

2

ExxonMobil

15,2 -15,0

Forte geração apesar de quedas.

3

Petrobras

10,2 +5,1

Supera Shell e Chevron.

4

Shell

9,8 -20,0

Impactada por custos europeus.

5

Chevron

8,5 -12,0

Produção recorde nos EUA.

6

Equinor

6,5 -13,0

Ajustado para operações.

7

PetroChina

6,2 -5,0

Estável na Ásia.

8

Eni

2,6 -25,0

Baixo devido a margens de refinaria.

9

Repsol

0,7 -18,0

Situação crítica com lucros baixos.

Aramco lidera com US$ 44,5 bilhões, refletindo sua escala. A surpresa é a Petrobras em 3º, com US$ 10,2 bilhões, superando Shell (US$ 9,8 bi) e Chevron (US$ 8,5 bi), graças a custos controlados no pré-sal. Repsol e Eni enfrentam dificuldades, com lucros baixos devido a margens apertadas e investimentos em transição energética.

5. Ranking por Margem de Lucro

A margem EBITDA, calculada como (EBITDA / Receita Total) x 100, indica eficiência operacional. Imagine uma padaria que fatura R$ 100 e gasta R$ 60; sua margem é 40%. No petróleo, margens altas sinalizam extração barata e operações otimizadas.

Posição

Empresa

Margem EBITDA (%)

Interpretação

1

Petrobras

43,8

Supera Aramco com eficiência no pré-sal.

2

Saudi Aramco

41,0

Alta, mas abaixo da brasileira.

3

Equinor

35,1

Destaque europeu com foco em sustentabilidade.

4

ExxonMobil

18,7

Média, impactada por custos nos EUA.

5

Chevron

19,0

Similar à Exxon.

6

Shell

13,2

Pressões regulatórias na Europa.

7

PetroChina

14,7

Estável.

8

Eni

15,1

Baixa para padrões.

9

Repsol

1,1

Crítica, sinal de ineficiências.

Petrobras lidera com 43,8%, beneficiada por custos de US$ 8-10 por barril no pré-sal. Equinor destaca-se na Europa com 35,1%, investindo em eólica offshore. Repsol, com 1,1%, enfrenta crise devido a custos altos e demanda fraca. Margens altas protegem contra volatilidade e permitem investimentos em diversificação.

6. Análises e Contrastes

O 2T25 destaca uma tensão entre escala e eficiência no setor petrolífero, que define as estratégias das maiores empresas. A Saudi Aramco e a ExxonMobil lideram em receita bruta, refletindo sua capacidade de operar em escala global. A Aramco, com custos de extração de cerca de US$ 5 por barril e produção superior a 9 milhões de barris por dia, consolida o Oriente Médio como o epicentro da indústria. A ExxonMobil capitaliza o boom do shale oil na Bacia do Permian, utilizando fraturamento hidráulico para manter volumes elevados, mesmo com preços do Brent em queda. No entanto, Petrobras e Equinor brilham em eficiência, com margens de lucro que superam gigantes de maior faturamento. A Petrobras, com margem EBITDA de 43,8%, demonstra que operações otimizadas no pré-sal brasileiro podem competir globalmente, apesar de uma receita de US$ 25,3 bilhões contra os US$ 108,5 bilhões da Aramco. A Equinor, com 35,1%, combina petróleo com investimentos em renováveis, como turbinas eólicas flutuantes, que posicionam a Noruega como líder em inovação energética.

Diferenças regionais amplificam esses contrastes, moldadas por regulamentações e prioridades estratégicas. Na Europa, Shell e Equinor enfrentam o Mecanismo de Ajuste de Fronteira de Carbono (CBAM), que eleva custos para combustíveis fósseis, forçando investimentos em hidrogênio verde e biocombustíveis. A Shell destinou 15% de seu orçamento de 2025 para energia limpa, enquanto a Equinor planeja 50% de seus investimentos em renováveis até 2030. Nos EUA, ExxonMobil e Chevron aproveitam políticas pró-fósseis da administração Trump, maximizando lucros no shale oil, mas correm riscos em mercados que priorizam metas de zero emissões até 2050. No Oriente Médio, a Aramco foca em commodities, mas começa a explorar hidrogênio para diversificar. Desafios como a volatilidade dos preços, impulsionada por tensões no Mar Vermelho, e a pressão por transição energética exigem que empresas como Repsol e Eni, com margens baixas, reestruturem operações para financiar inovações, enquanto Petrobras e Equinor mostram que eficiência é a chave para equilibrar lucros e sustentabilidade.

7. O Caso da Petrobras

A Petrobras, maior empresa do Brasil, entregou um desempenho excepcional no 2T25, consolidando-se como um exemplo de eficiência em um setor dominado por gigantes. Com receita de US$ 25,3 bilhões, ficou em 6º no ranking global, mas seu EBITDA de US$ 10,2 bilhões e margem de 43,8% a colocaram à frente de Shell e Chevron. Esse sucesso vem do foco no pré-sal, onde custos de extração entre US$ 8 e US$ 10 por barril e tecnologias como injeção de CO2 maximizam a produção, que cresceu 8,1% para 2,3 milhões de barris por dia. Campos como Búzios e Tupi, operados com plataformas flutuantes (FPSOs), ilustram a capacidade da empresa de combinar inovação e baixo custo, rivalizando com petroleiras de maior escala.

O impacto da Petrobras vai além dos números. Economicamente, gerou royalties e impostos que fortalecem o caixa do governo brasileiro, apoiando o equilíbrio fiscal em um país com desafios orçamentários. Dividendos de US$ 1,6 bilhão atraíram investidores globais, reforçando a confiança na bolsa brasileira (B3). Socialmente, a empresa sustenta empregos em estados como Rio de Janeiro e São Paulo e financia projetos como reflorestamento costeiro e apoio a comunidades pesqueiras. Contudo, desafios persistem: a pressão por investimentos em biocombustíveis e energia eólica exige equilíbrio para manter margens, enquanto riscos de interferência política na gestão da estatal ameaçam a governança. O desempenho do 2T25 posiciona a Petrobras como um modelo para estatais em mercados emergentes, mostrando como eficiência pode superar limitações de escala.

8. Perspectivas para os Próximos Trimestres

O terceiro trimestre de 2025 (3T25) será um teste crucial para as petroleiras, com perspectivas moldadas por fatores econômicos, geopolíticos e ambientais. Analistas projetam que o preço do barril do Brent pode cair para uma faixa entre US$ 55 e US$ 58, devido a um excesso de oferta global, impulsionado pela produção recorde nos EUA (shale oil) e no Brasil (pré-sal), combinado com uma demanda mais fraca na China e na Europa, onde a desaceleração econômica e o avanço de energias renováveis reduzem o consumo de petróleo. No entanto, tensões geopolíticas, como disputas no Mar Vermelho ou sanções reforçadas à Venezuela e à Rússia, podem causar picos de preço, criando volatilidade que beneficia empresas com margens altas, como Petrobras e Aramco, mas pressiona aquelas com custos elevados, como Repsol e Eni.

A pressão por energias renováveis será intensificada. A União Europeia avançará com o CBAM, aumentando custos para exportadores de combustíveis fósseis, o que impactará empresas como Shell e Equinor, mas também forçará gigantes como Aramco a acelerar investimentos em tecnologias de baixo carbono, como captura de carbono e hidrogênio. Nos EUA, a administração Trump deve manter políticas pró-fósseis, beneficiando ExxonMobil e Chevron com produção doméstica robusta, mas essas empresas podem enfrentar dificuldades em mercados globais que priorizam metas de zero emissões líquidas até 2050. A Petrobras, com sua eficiência no pré-sal, deve sustentar margens altas, mas precisará expandir investimentos em renováveis para atender às expectativas de investidores e alinhar-se às metas globais de sustentabilidade. Por exemplo, a empresa planeja aumentar a produção de biocombustíveis em suas refinarias, visando capturar parte do mercado de combustíveis verdes.

As expectativas para os principais players incluem:

  • Saudi Aramco: Manterá a liderança em receita, mas margens podem ser comprimidas se os preços caírem abaixo de US$ 55. A empresa está explorando parcerias em hidrogênio para diversificar.

  • ExxonMobil e Chevron: Continuarão a crescer no shale oil, beneficiadas por políticas americanas, mas precisam investir em tecnologias verdes para manter competitividade global.

  • Petrobras: Margens robustas e dividendos atraentes a posicionam bem, mas desafios regulatórios internos e a necessidade de diversificação em renováveis serão cruciais.

  • Shell e Equinor: Investimentos em renováveis, como eólica offshore e hidrogênio, darão vantagem a longo prazo, mas lucros de curto prazo podem ser impactados por custos regulatórios.

  • Repsol e Eni: Precisam de reestruturação urgente para melhorar margens e financiar a transição energética, sob risco de perderem relevância.

O 3T25 testará a capacidade das petroleiras de equilibrar lucros imediatos com investimentos de longo prazo, em um mercado onde a eficiência e a diversificação serão decisivas para a sobrevivência.

9. Conclusão

A Saudi Aramco lidera em faturamento, mas a Petrobras surpreende com margens de lucro excepcionais. Reflexão final: “No setor de petróleo, tamanho importa, mas eficiência define sobrevivência no longo prazo.”

Perguntas frequentes

Ainda com dúvidas? Tire-as aqui!

O que é o baratão combustíveis?

Somos um aplicativo voltado para a economia de combustível, onde vendemos com descontos em cima do valor da bomba.

Baratinhas são pontos acumulativos que o usuário recebe por cada abastecimento realizado, podendo ser seu próprio abastecimento ou dos indicados. As baratinhas têm o valor mínimo de 1.300 baratinhas para o resgate. Lembrando que cada baratinha que receber, possui validade de 4 meses e ao acumular, receberá mais desconto em suas próximas compras.

Clique em MEUS INDICADOS e em COMPARTILHAR e compartilhe sua indicação para seus amigos ou familiares. Eles devem inserir seu código antes de se cadastrar no aplicativo. Caso não esteja aparecendo, não foi utilizado o código de indicação antes do cadastro, e com isso, não foi validada a indicação.

Receberá baratinhas por cada abastecimento dos indicados. Acumulando as pontuações, receberá mais desconto em suas compras.

Trabalhamos com parceria nas regiões. Verifique nossos postos credenciados em nosso aplicativo e, após, clique em COMPRAR e em COMBUSTÍVEL.

Tem algum posto em sua região que não faz parte da parceria e gostaria de nos indicar? Entre em contato pelo nosso suporte (61) 9 9820-2004, e nos indique o posto.

O pagamento é realizado pelo aplicativo, depois que é selecionado o posto desejado para a retirada do combustível e sua quantidade. Após isso, seu cupom de retirada aparecerá na aba CUPONS, onde poderá apresentar o QR CODE para o frentista.

o realizar compras no aplicativo, damos a opção de abastecer em outros postos com o mesmo cupom comprado. Por gentileza, clique em seu cupom em ONDE POSSO ABASTECER, e verifique em quais postos seu cupom está apto para retirada. 

Parcelamos, o parcelamento é realizado por meio do seu cartão de crédito, em até 12x. O valor mínimo para parcelamento é de R$500,00 o boleto.

Sim. É necessário consultar nosso aplicativo, e nossos parceiros credenciados aptos para venda em cada região, bem como seus preços.

Temos parceria com mais de 25.000 lojas, desde academias até compras de produtos como roupas e eletrodomésticos.

Mais de 1,5 MILHÕES de pessoas já estão economizando com o Baratão. Estamos entre os 30 apps mais pesquisados do país na categoria de compras!

Fonte: Google Play, App Store

Eva Maria
Estou economizando bastante com o app. App funciona muito bem e os valores de combustível são ótimos. Com esses preços altos nos pontos de gasolina vale muito ter esse aplicativo. Muita economia,vários descontos e promoções! Economia no bolso do brasileiro. Muitos descontos para serem utilizados em vários estabelecimento!.
Cilêda Cézar
Ótimo aplicativo, muito útil! Muito fácil de se usar e o principal de tudo : Muita economia na hora de abastecer, descontos na hora do abastecimento. Estou indicando para meus amigos e ganho na hora as "Baratinhas" para trocar por combustível. Super indico essa maravilha. E tem mais , o aplicativo é cheio de funcionalidades muito valiosas. Parabéns a todos os idealizadores
Dalio Pinto
O aplicativo Baratão é excelente! A interface é simples e intuitiva, o que facilita bastante na hora de procurar as melhores ofertas. As promoções são muito vantajosas, e o atendimento ao cliente é sempre eficiente e ágil para resolver qualquer dúvida. As notificações de descontos também são um ponto forte, já que avisam de todas as promoções em tempo real. Recomendo para quem quer economizar e fazer compras com praticidade!
Bruno Souza
Simplesmente incrível! O Baratão revolucionou a forma como economizo em abastecimento. A interface é super intuitiva, os descontos são realmente vantajosos, e sempre encontro os melhores preços na minha região. É uma mão na roda para quem quer economizar de verdade. Recomendo de olhos fechados!
Hercules Amaral
Tem me servido bem e tenho economizado um bom valor, pois utilizo em carro utilitário que faz entregas então abasteço bastante, chego a ter economia de quase R$ 0,50 por litro. Tem dado certo, nunca tive nenhum problema, e quando precisei do suporte me atenderam rápido. Inclusive pode pagar no cartão e até parcelar. Recomendo.
Fabio Rigo
Ótimo app para economizar! Achei o app super fácil de usar e realmente cumpre o que promete. Consegui encontrar preços muito bons em postos próximos que eu nem sabia que existiam. Vale destacar que esses preços só são acessíveis pelo app, comprando diretamente no posto sai mais caro. É uma ótima forma de economizar no dia a dia, recomendo para todo mundo que quer abastecer pagando menos!

Sua melhor escolha para economia e praticidade. Aproveite descontos exclusivos e abasteça pelo menor preço.
Descontos exclusivos em mais de 10.000 estabelecimentos parceiros por meio do nosso Clube de Vantagens!

Cadastre seu posto

Fale com a gente

Capitais e regiões metropolitanas

E-mail para contato

Horários de suporte ao cliente

Economize com baratão

Formas de pagamento

© 2025 Baratão Tecnologia LTDA – 41.524.064/0001-79