ANP Vai Monitorar Mistura de Biodiesel por Nota Fiscal

A partir de agora, a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis vai ganhar um novo instrumento de fiscalização para acompanhar, praticamente em tempo real, o cumprimento de uma das regras mais importantes do setor de combustíveis no Brasil: a mistura obrigatória de biodiesel ao diesel comum. A diretoria da ANP aprovou, no dia 21 de agosto, a abertura de uma consulta pública e de uma audiência pública, com duração de 45 dias, sobre uma proposta que vai permitir à agência acessar diariamente as notas fiscais eletrônicas de operações envolvendo biodiesel, diesel A e diesel B.

Na prática, isso significa que a ANP deixará de depender apenas de informações declaradas mensalmente pelas empresas para saber se a mistura obrigatória está sendo respeitada. Com o acesso direto e contínuo aos documentos fiscais, a fiscalização passa a acontecer de forma quase instantânea, reduzindo drasticamente o tempo entre a operação comercial e a identificação de eventuais irregularidades.

A medida chega em um momento delicado para o setor. Nos últimos meses, cresceram as denúncias e as suspeitas de fraudes na composição do diesel B, o produto que chega até o consumidor final nos postos de todo o país. Entender o que está por trás dessa mudança regulatória, e por que ela importa diretamente para quem depende do diesel no dia a dia, ajuda a colocar em perspectiva um movimento que pode redesenhar a forma como o mercado de biocombustíveis é fiscalizado no Brasil.

O Problema Das Fraudes Na Mistura Obrigatória De Biodiesel

Para entender a relevância da mudança anunciada pela ANP, é preciso primeiro compreender o que está em jogo quando se fala em mistura obrigatória de biodiesel. Por determinação legal, todo diesel vendido ao consumidor final no Brasil, o chamado diesel B, precisa conter um percentual mínimo de biodiesel adicionado ao diesel de origem fóssil, conhecido como diesel A. Esse percentual é definido por lei e tem seguido uma trajetória de aumento gradual ao longo dos últimos anos, refletindo a política nacional de biocombustíveis e o compromisso do país com a redução de emissões e o fortalecimento da cadeia produtiva do agronegócio.

O problema é que, quanto maior o custo do biodiesel em relação ao diesel fóssil, maior também o incentivo, para alguns agentes do mercado, de burlar essa obrigação. Hoje, o biodiesel custa mais de R$ 2,00 por litro acima do preço do diesel fóssil equivalente, uma diferença expressiva que torna financeiramente atrativo, para distribuidoras menos escrupulosas, comprar menos biodiesel do que o exigido e, ainda assim, declarar que a mistura obrigatória foi cumprida integralmente.

Esse tipo de fraude gera uma cadeia de efeitos negativos. Em primeiro lugar, reduz artificialmente a demanda pelo biocombustível, prejudicando toda a cadeia produtiva que depende dessas vendas, da agricultura até a indústria de processamento. Em segundo lugar, cria uma concorrência desleal entre as próprias distribuidoras: enquanto empresas idôneas arcam com o custo integral da mistura obrigatória, aquelas que fraudam o processo conseguem operar com margens artificialmente maiores, distorcendo a competição no setor. E, por fim, há a questão da qualidade do combustível entregue ao consumidor final, já que a composição declarada nem sempre corresponde à composição real do produto vendido na bomba.

Entidades do setor, como o Instituto Combustível Legal, organização apoiada por grandes distribuidoras do país, têm alertado publicamente para o crescimento dessas irregularidades. Dados do Programa de Monitoramento da Qualidade dos Combustíveis, o PMQC, mostraram que, em uma única amostragem recente, quase cinco por cento das amostras de diesel coletadas estavam em desacordo com o teor de biodiesel exigido por lei. Para entidades do setor, esse percentual pode ser ainda maior na prática, considerando que boa parte das fraudes não é capturada pelas amostragens tradicionais.

Como Funciona A Fiscalização Hoje

Até o momento, a principal ferramenta da ANP para acompanhar o cumprimento da mistura obrigatória é o Sistema de Informações de Movimentação de Produtos, conhecido pela sigla i-SIMP. Por meio desse sistema, os agentes regulados, entre eles produtores de biodiesel e distribuidoras de diesel, enviam periodicamente à agência informações sobre suas operações comerciais e sobre os volumes movimentados de cada produto.

O grande limitador desse modelo está no tempo. As informações declaradas pelos agentes ao i-SIMP se referem sempre ao mês anterior à realização das operações, o que significa que a ANP só toma conhecimento de determinada movimentação comercial semanas, ou até meses, depois de ela ter efetivamente acontecido. Esse intervalo de tempo cria uma janela relevante para que eventuais irregularidades ocorram sem que a fiscalização consiga reagir de forma ágil.

Além do i-SIMP, a agência também realiza verificações em campo e trabalha em conjunto com secretarias de fazenda estaduais para cruzar informações e detectar fraudes em notas fiscais. Esse tipo de ação, no entanto, tende a ser pontual e reativa, funcionando muitas vezes como resposta a denúncias específicas, e não como um mecanismo de monitoramento contínuo de todo o mercado.

É justamente para superar essa limitação estrutural que a nova proposta da ANP ganha relevância. Ao permitir o acesso direto e diário às notas fiscais eletrônicas das operações comerciais envolvendo biodiesel e diesel, a agência passa a ter uma fotografia muito mais próxima da realidade do mercado, quase em tempo real, em vez de depender de declarações que chegam com semanas ou meses de atraso.

O Que Muda Com O Acesso Diário Às Notas Fiscais Eletrônicas

A minuta de resolução colocada em consulta pública pela ANP estabelece que a agência passará a ter autorização para acessar, diariamente, os arquivos eletrônicos das notas fiscais relacionadas às operações com biodiesel, diesel A e diesel B. Essa é uma mudança estrutural na forma como a fiscalização é realizada, já que substitui o modelo de declarações mensais por um acompanhamento contínuo e praticamente instantâneo das movimentações do mercado.

Com essa nova capacidade, a ANP poderá verificar, de forma muito mais ágil, o volume de biodiesel adquirido por cada distribuidora, os estoques disponíveis em cada elo da cadeia e a quantidade de diesel B efetivamente colocada no mercado para venda ao consumidor final. Ao cruzar essas informações, a agência consegue identificar com maior precisão eventuais diferenças entre o volume de biodiesel que deveria ter sido incorporado à mistura e o volume que, de fato, foi utilizado na composição do combustível vendido nos postos.

Essa capacidade de cruzamento de dados em tempo real é o que diferencia o novo modelo do sistema atual. Em vez de depender de declarações que podem ser manipuladas ou apresentadas com atraso proposital, a ANP passa a ter acesso ao documento fiscal original de cada operação, o que dificulta significativamente a margem para omissões ou inconsistências propositais nas informações prestadas à agência.

Vale destacar que a proposta prevê ainda que todos os custos necessários para viabilizar esse acesso ficarão sob responsabilidade da própria ANP, sem qualquer ônus adicional para os cofres públicos ou para o Fisco. Os contratos e ajustes técnicos necessários para o compartilhamento das informações também deverão prever o ressarcimento dos custos de sustentação dos sistemas envolvidos, garantindo que a estrutura tecnológica necessária para esse monitoramento seja mantida de forma sustentável ao longo do tempo.

Quem Será Monitorado Pela Nova Regra

A proposta da ANP define de forma clara quais agentes do mercado estarão sujeitos a esse novo nível de monitoramento. O acesso às notas fiscais eletrônicas contemplará, em primeiro lugar, os fornecedores de biodiesel, ou seja, as empresas produtoras responsáveis por colocar o biocombustível à disposição do mercado. Também estarão no radar os fornecedores de diesel A, o combustível fóssil que, uma vez misturado ao biodiesel, dá origem ao diesel B vendido nos postos.

Completando a cadeia, as distribuidoras de diesel B também serão diretamente monitoradas, já que são essas empresas as responsáveis por adquirir o biodiesel, promover a mistura na proporção exigida por lei e, em seguida, comercializar o produto final junto à rede de postos revendedores espalhada por todo o país.

Ao abranger simultaneamente produtores de biodiesel, fornecedores de diesel A e distribuidoras de diesel B, a ANP busca fechar as principais brechas que hoje permitem que uma fraude aconteça em qualquer elo da cadeia sem ser detectada rapidamente pelos mecanismos tradicionais de fiscalização. O monitoramento concentrado sobre as operações relacionadas especificamente ao diesel B reforça que o foco da medida está exatamente no ponto em que a mistura obrigatória se materializa: o momento em que o biodiesel é efetivamente incorporado ao diesel fóssil antes de seguir para a venda ao consumidor final.

Consulta E Audiência Públicas: Como Funciona O Processo

A mudança proposta pela ANP ainda não está em vigor. Antes de se tornar regra definitiva, ela passará por um processo formal de consulta pública, com duração de 45 dias, e também por uma audiência pública, na qual representantes do setor, especialistas e a sociedade em geral poderão apresentar contribuições, questionamentos e sugestões sobre o texto da minuta de resolução.

Esse tipo de processo é padrão em mudanças regulatórias promovidas pela ANP e tem como objetivo garantir que a nova norma seja discutida amplamente antes de entrar em vigor, permitindo que eventuais ajustes técnicos ou operacionais sejam incorporados ao texto final a partir do retorno dos agentes diretamente afetados pela medida. Produtores de biodiesel, distribuidoras de diesel, associações do setor e demais interessados têm, portanto, a oportunidade de participar ativamente da construção da regra final antes de sua implementação efetiva.

Ao final do período de consulta e da realização da audiência pública, a ANP deverá avaliar as contribuições recebidas e decidir se o texto original será mantido, ajustado ou reformulado antes de publicar a resolução definitiva. Somente a partir desse momento é que o acesso diário às notas fiscais eletrônicas passará, de fato, a valer para os agentes regulados.

O Contexto Mais Amplo: Um Projeto De Lei Na Câmara Dos Deputados

A iniciativa da ANP não é um movimento isolado. Ela se insere em um contexto regulatório mais amplo, que já vinha sendo discutido também no Congresso Nacional. A Câmara dos Deputados aprovou, em abril deste ano, um projeto de lei que autoriza a ANP a ter acesso permanente a dados e informações de notas fiscais eletrônicas, incluindo não apenas as notas fiscais de operações comerciais tradicionais, mas também as notas fiscais ao consumidor eletrônicas e os conhecimentos de transporte eletrônicos, documentos que registram o transporte de cargas, incluindo combustíveis, entre diferentes pontos do país.

A principal motivação apresentada pelos parlamentares para esse projeto foi justamente ampliar a capacidade de fiscalização da mistura obrigatória de biocombustíveis, abrangendo tanto o etanol adicionado à gasolina quanto o biodiesel adicionado ao diesel. Segundo o texto aprovado na Câmara, esse acesso ampliado e permanente aos dados fiscais também deve ajudar a identificar casos de adulteração de combustíveis de forma geral, não se limitando apenas às questões relacionadas à mistura obrigatória.

O projeto ainda prevê que empresas que já possuam outorga em vigor para atuar no setor de combustíveis precisarão autorizar formalmente o compartilhamento de suas informações fiscais com a ANP como condição para manter a validade de suas licenças e continuar operando regularmente no mercado. Outro ponto relevante do texto é a determinação de que, sempre que a ANP identificar um processo sancionador com possível repercussão tributária, a agência deverá comunicar formalmente a Receita Federal ou a secretaria de fazenda estadual ou distrital competente, dependendo do tributo envolvido no caso.

Esse movimento conjunto, entre a proposta regulatória da própria ANP e o avanço do projeto de lei no Congresso, sinaliza uma tendência clara de reforço da fiscalização sobre o setor de combustíveis como um todo nos próximos anos, ampliando significativamente a capacidade do Estado de monitorar, em tempo praticamente real, o que acontece ao longo de toda a cadeia de produção, distribuição e venda de combustíveis no Brasil.

Por Que A Mistura Obrigatória De Biodiesel Existe

Para compreender por que a ANP está disposta a investir em um mecanismo de fiscalização tão mais sofisticado, é importante entender a razão de existir da própria mistura obrigatória. A adição de biodiesel ao diesel fóssil não é uma escolha arbitrária, mas sim resultado de uma política nacional de biocombustíveis construída ao longo de mais de uma década, com objetivos que vão muito além da simples composição química do combustível vendido nos postos.

O primeiro objetivo é ambiental. O biodiesel, produzido a partir de fontes renováveis como óleo de soja, gorduras animais e óleos residuais, emite significativamente menos poluentes do que o diesel de origem exclusivamente fóssil. Ao tornar obrigatória a mistura em percentuais crescentes ao longo dos anos, o governo busca reduzir de forma estrutural as emissões associadas ao uso de diesel, um dos combustíveis mais utilizados no transporte de cargas e no agronegócio brasileiro.

O segundo objetivo é econômico e estratégico. O Brasil é hoje um dos maiores produtores e consumidores de biodiesel do mundo, resultado direto da combinação entre sua vocação agrícola e uma política energética voltada para a diversificação da matriz de combustíveis. Ao garantir uma demanda constante e crescente pelo biocombustível, a mistura obrigatória fortalece toda uma cadeia produtiva que vai da produção agrícola até a indústria de processamento, gerando empregos e renda em diversas regiões do país. Além disso, quanto maior a participação do biodiesel na composição do diesel nacional, menor a dependência do Brasil em relação à importação de diesel fóssil, um fator estratégico especialmente relevante em contextos de instabilidade geopolítica e oscilação nos preços internacionais do petróleo.

É justamente por sustentar objetivos tão relevantes, tanto do ponto de vista ambiental quanto econômico, que fraudes na mistura obrigatória não podem ser tratadas como um problema menor. Quando uma distribuidora deixa de cumprir a proporção exigida por lei, ela não está apenas descumprindo uma norma técnica: está minando os fundamentos de uma política pública construída ao longo de anos, com impactos que se espalham por toda a cadeia produtiva e, em última instância, também pelo bolso e pela segurança do consumidor final.

O Que Isso Significa Na Prática Para Quem Abastece

Para o motorista que enche o tanque com diesel B em um posto qualquer do Brasil, o debate sobre notas fiscais eletrônicas e sistemas de fiscalização pode parecer distante do seu dia a dia. Mas os efeitos de uma fiscalização mais eficiente, ou de sua ausência, chegam sim até o consumidor final, ainda que de forma indireta.

O primeiro ponto de impacto está relacionado à qualidade do combustível. Quando a proporção de biodiesel na mistura não corresponde ao que está declarado, a composição real do diesel vendido na bomba pode se afastar das especificações técnicas esperadas para aquele produto, com potenciais consequências para o desempenho e para a vida útil dos motores, especialmente em veículos e frotas mais sensíveis a variações na composição do combustível.

O segundo ponto está relacionado à concorrência e, por consequência, aos preços praticados no mercado. Quando distribuidoras fraudulentas conseguem reduzir seus custos ao comprar menos biodiesel do que deveriam, elas criam uma vantagem artificial em relação às empresas que cumprem integralmente a legislação. Esse tipo de distorção pode, no médio e longo prazo, prejudicar justamente as distribuidoras idôneas, que arcam com o custo integral da mistura obrigatória, reduzindo o incentivo para que o mercado como um todo opere dentro das regras.

Há também um efeito mais amplo, relacionado à confiança do consumidor no sistema de abastecimento como um todo. Em um cenário no qual fraudes na composição do combustível se tornam recorrentes e amplamente noticiadas, cresce entre os motoristas a sensação de incerteza sobre o que, de fato, está sendo colocado no tanque de seus veículos a cada abastecimento. Uma fiscalização mais eficiente e mais ágil, como a que a ANP busca implementar com o acesso diário às notas fiscais eletrônicas, tem justamente o potencial de reduzir essa incerteza, aumentando a confiabilidade do sistema de distribuição de combustíveis no país.

Transparência No Abastecimento: Um Movimento Mais Amplo

O esforço da ANP para tornar a fiscalização da mistura obrigatória mais ágil e precisa se conecta a um movimento mais amplo de transparência que vem transformando o setor de combustíveis no Brasil nos últimos anos. Cada vez mais, tanto o poder público quanto iniciativas privadas têm buscado formas de dar ao consumidor final mais informação e mais previsibilidade sobre o que está sendo comprado no momento do abastecimento, seja em relação ao preço, seja em relação à qualidade do produto.

É dentro desse contexto que ferramentas digitais voltadas ao consumidor final ganham espaço. O Baratão Combustíveis, maior aplicativo de descontos em combustíveis do Brasil e primeiro marketplace de combustível do mundo, nasceu justamente com o propósito de trazer mais transparência para o momento do abastecimento. Presente em mais de três mil postos credenciados em todos os estados do país, o aplicativo permite que o motorista saiba o preço final do combustível antes mesmo de sair de casa, comparando postos por preço, localização e histórico de uso, e adquirindo o combustível com desconto de forma antecipada, diretamente pelo app.

Com mais de quatro milhões de usuários ativos e nota 4,9 tanto na Apple Store quanto no Google Play, o Baratão representa, no universo do consumidor final, o mesmo princípio que orienta a nova proposta da ANP: reduzir a assimetria de informação entre quem vende e quem compra combustível. Enquanto a agência reguladora busca fiscalizar com mais precisão o que acontece nos bastidores da cadeia de distribuição, o aplicativo trabalha na ponta final dessa cadeia, dando ao motorista mais controle, mais previsibilidade e mais economia real no momento de abastecer.

Iniciativas como essa, tanto do lado regulatório quanto do lado da tecnologia voltada ao consumidor, caminham na mesma direção: tornar o mercado de combustíveis brasileiro mais transparente, mais confiável e mais justo, tanto para quem vende quanto para quem compra. Para o motorista que busca economia e segurança no abastecimento, contar com ferramentas como o Baratão, que oferece descontos exclusivos, informações claras de preço antes da compra e um histórico completo de consumo dentro do próprio aplicativo, é uma forma direta de já colocar em prática, no dia a dia, esse princípio de transparência que também orienta as mudanças regulatórias em curso no setor.

Perguntas frequentes

Ainda com dúvidas? Tire-as aqui!

O que é o baratão combustíveis?

Somos um aplicativo voltado para a economia de combustível, onde vendemos com descontos em cima do valor da bomba.

Baratinhas são pontos acumulativos que o usuário recebe por cada abastecimento realizado, podendo ser seu próprio abastecimento ou dos indicados. As baratinhas têm o valor mínimo de 1.300 baratinhas para o resgate. Lembrando que cada baratinha que receber, possui validade de 4 meses e ao acumular, receberá mais desconto em suas próximas compras.

Clique em MEUS INDICADOS e em COMPARTILHAR e compartilhe sua indicação para seus amigos ou familiares. Eles devem inserir seu código antes de se cadastrar no aplicativo. Caso não esteja aparecendo, não foi utilizado o código de indicação antes do cadastro, e com isso, não foi validada a indicação.

Receberá baratinhas por cada abastecimento dos indicados. Acumulando as pontuações, receberá mais desconto em suas compras.

Trabalhamos com parceria nas regiões. Verifique nossos postos credenciados em nosso aplicativo e, após, clique em COMPRAR e em COMBUSTÍVEL.

Tem algum posto em sua região que não faz parte da parceria e gostaria de nos indicar? Entre em contato pelo nosso suporte (61) 9 9820-2004, e nos indique o posto.

O pagamento é realizado pelo aplicativo, depois que é selecionado o posto desejado para a retirada do combustível e sua quantidade. Após isso, seu cupom de retirada aparecerá na aba CUPONS, onde poderá apresentar o QR CODE para o frentista.

o realizar compras no aplicativo, damos a opção de abastecer em outros postos com o mesmo cupom comprado. Por gentileza, clique em seu cupom em ONDE POSSO ABASTECER, e verifique em quais postos seu cupom está apto para retirada. 

Parcelamos, o parcelamento é realizado por meio do seu cartão de crédito, em até 12x. O valor mínimo para parcelamento é de R$500,00 o boleto.

Sim. É necessário consultar nosso aplicativo, e nossos parceiros credenciados aptos para venda em cada região, bem como seus preços.

Temos parceria com mais de 25.000 lojas, desde academias até compras de produtos como roupas e eletrodomésticos.

Mais de 1,5 MILHÕES de pessoas já estão economizando com o Baratão. Estamos entre os 30 apps mais pesquisados do país na categoria de compras!

Fonte: Google Play, App Store

Eva Maria
Estou economizando bastante com o app. App funciona muito bem e os valores de combustível são ótimos. Com esses preços altos nos pontos de gasolina vale muito ter esse aplicativo. Muita economia,vários descontos e promoções! Economia no bolso do brasileiro. Muitos descontos para serem utilizados em vários estabelecimento!.
Cilêda Cézar
Ótimo aplicativo, muito útil! Muito fácil de se usar e o principal de tudo : Muita economia na hora de abastecer, descontos na hora do abastecimento. Estou indicando para meus amigos e ganho na hora as "Baratinhas" para trocar por combustível. Super indico essa maravilha. E tem mais , o aplicativo é cheio de funcionalidades muito valiosas. Parabéns a todos os idealizadores
Dalio Pinto
O aplicativo Baratão é excelente! A interface é simples e intuitiva, o que facilita bastante na hora de procurar as melhores ofertas. As promoções são muito vantajosas, e o atendimento ao cliente é sempre eficiente e ágil para resolver qualquer dúvida. As notificações de descontos também são um ponto forte, já que avisam de todas as promoções em tempo real. Recomendo para quem quer economizar e fazer compras com praticidade!
Bruno Souza
Simplesmente incrível! O Baratão revolucionou a forma como economizo em abastecimento. A interface é super intuitiva, os descontos são realmente vantajosos, e sempre encontro os melhores preços na minha região. É uma mão na roda para quem quer economizar de verdade. Recomendo de olhos fechados!
Hercules Amaral
Tem me servido bem e tenho economizado um bom valor, pois utilizo em carro utilitário que faz entregas então abasteço bastante, chego a ter economia de quase R$ 0,50 por litro. Tem dado certo, nunca tive nenhum problema, e quando precisei do suporte me atenderam rápido. Inclusive pode pagar no cartão e até parcelar. Recomendo.
Fabio Rigo
Ótimo app para economizar! Achei o app super fácil de usar e realmente cumpre o que promete. Consegui encontrar preços muito bons em postos próximos que eu nem sabia que existiam. Vale destacar que esses preços só são acessíveis pelo app, comprando diretamente no posto sai mais caro. É uma ótima forma de economizar no dia a dia, recomendo para todo mundo que quer abastecer pagando menos!

Sua melhor escolha para economia e praticidade. Aproveite descontos exclusivos e abasteça pelo menor preço.
Descontos exclusivos em mais de 10.000 estabelecimentos parceiros por meio do nosso Clube de Vantagens!

Cadastre seu posto

Fale com a gente

Capitais e regiões metropolitanas

E-mail para contato

Horários de suporte ao cliente

Economize com baratão

Formas de pagamento

© 2025 Baratão Tecnologia LTDA – 41.524.064/0001-79