Etanol Brasileiro em jogo nas negociações com EUA

O Brasil encontra-se em um momento crucial de negociações comerciais com os Estados Unidos, buscando evitar a imposição de novas tarifas sobre uma gama de produtos brasileiros que são fundamentais para a economia nacional. Nesse cenário, o etanol, um dos pilares do setor sucroalcooleiro brasileiro, emergiu como um dos principais itens em pauta, funcionando como uma verdadeira “moeda de troca” nas discussões bilaterais. As negociações, que começaram a ganhar destaque no início de 2025, refletem não apenas interesses econômicos, mas também tensões geopolíticas globais, com o Brasil tentando equilibrar sua posição neutra em conflitos internacionais e a necessidade de proteger seus mercados de exportação. O etanol, derivado da cana-de-açúcar, é um ativo estratégico, e sua relevância nessas tratativas demonstra como o setor energético pode influenciar decisões que afetam desde o agronegócio até o preço dos combustíveis nos postos brasileiros.

As negociações surgiram em resposta a ameaças dos EUA de impor tarifas adicionais a produtos brasileiros, como parte de uma estratégia mais ampla de pressão econômica e política. Essa pressão está vinculada, em grande parte, à postura do Brasil em relação a sanções contra a Rússia, no contexto da Guerra da Ucrânia, que se intensificou desde 2022. O etanol, que representou cerca de US$ 2,5 bilhões em exportações brasileiras para os EUA em 2024, segundo dados da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (UNICA), tornou-se um ponto focal, com implicações que vão desde a balança comercial até o bolso do consumidor brasileiro.

Contexto geral das negociações Brasil x EUA

As negociações entre Brasil e EUA envolvem uma complexa troca de interesses econômicos e políticos. Os EUA, sob a administração atual, têm adotado uma postura protecionista, revisitando acordos comerciais e ameaçando impor tarifas sobre produtos de países que não se alinhem completamente com suas políticas internacionais. No caso do Brasil, os produtos na mira incluem aço, alumínio, etanol e, em menor escala, carne bovina e suco de laranja. Esses setores são cruciais para a economia brasileira, que exportou cerca de US$ 30 bilhões para os EUA em 2024, segundo o Ministério da Economia, sendo o mercado americano o segundo maior destino das exportações brasileiras, atrás apenas da China.

Os EUA, por sua vez, esperam que o Brasil adote uma postura mais alinhada com suas políticas externas, especialmente no que diz respeito a sanções contra a Rússia. Desde o início da Guerra da Ucrânia, os EUA têm pressionado aliados e parceiros comerciais a reduzir ou eliminar importações de energia e outros produtos russos, como fertilizantes e petróleo. O Brasil, no entanto, mantém uma posição diplomática de neutralidade, sob a liderança do Itamaraty, buscando preservar relações comerciais com a Rússia, que é um dos principais fornecedores de fertilizantes para o agronegócio brasileiro. Em 2024, o Brasil importou cerca de US$ 5 bilhões em fertilizantes russos, segundo a Comex Stat, o que representa quase 30% do total importado pelo país.

Essa neutralidade, embora estratégica para manter a diversificação de parceiros comerciais, coloca o Brasil em uma posição delicada. A recusa em aderir às sanções pode levar os EUA a retaliar com tarifas mais altas, enquanto ceder às pressões pode comprometer relações com outros parceiros globais, como a Rússia e até mesmo a China, que também mantém laços econômicos significativos com o Brasil. O Itamaraty tem enfatizado, em comunicados oficiais, a busca por um “diálogo equilibrado” que proteja os interesses nacionais sem escalar tensões diplomáticas.

Por que o etanol é importante nessa história?

O Brasil é o segundo maior produtor e exportador de etanol do mundo, atrás apenas dos EUA, com uma produção anual que atingiu 30,9 bilhões de litros em 2024, segundo a UNICA. Diferentemente do etanol americano, produzido majoritariamente a partir do milho, o etanol brasileiro é derivado da cana-de-açúcar, o que o torna mais eficiente em termos energéticos e com menor pegada de carbono. Estudos da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) mostram que o etanol de cana tem um balanço energético positivo de 9:1 (ou seja, para cada unidade de energia usada na produção, nove unidades são geradas), enquanto o etanol de milho americano tem um balanço de aproximadamente 1,3:1.

Os EUA, apesar de serem líderes globais na produção de etanol, com cerca de 60 bilhões de litros anuais, importam o etanol brasileiro em períodos de alta demanda, como no verão, quando o consumo de combustíveis aumenta, ou quando os preços do etanol de milho se tornam menos competitivos. Em 2024, o Brasil exportou 2,1 bilhões de litros de etanol para os EUA, equivalente a 8% da produção nacional, segundo a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). No entanto, tarifas americanas, que variam de 2,5% a 20% dependendo do tipo de etanol (anidro ou hidratado), podem encarecer o produto brasileiro, reduzindo sua competitividade no mercado americano.

A relevância do etanol nas negociações também está ligada à sua importância para a matriz energética brasileira. O setor sucroalcooleiro emprega diretamente cerca de 1,2 milhão de trabalhadores no Brasil, segundo o Ministério do Trabalho, e é responsável por uma fatia significativa do PIB do agronegócio, que representou 24% do PIB nacional em 2024. Qualquer impacto nas exportações de etanol pode reverberar em toda a cadeia produtiva, desde os canaviais até as usinas.

Possíveis consequências da barganha

As negociações com os EUA apresentam dois cenários principais para o setor de etanol. Se o Brasil ceder às pressões americanas e apoiar sanções contra a Rússia, os EUA podem oferecer alívio nas tarifas, mantendo ou até reduzindo as taxas atuais sobre o etanol brasileiro. Isso garantiria a continuidade das exportações, que geraram US$ 2,5 bilhões em 2024, e poderia abrir espaço para novos acordos comerciais, como a ampliação de cotas de exportação isentas de impostos.

Por outro lado, se o Brasil mantiver sua neutralidade, os EUA podem retaliar com tarifas mais altas, possivelmente elevando as alíquotas para até 30%, segundo estimativas de analistas do setor. Isso reduziria a competitividade do etanol brasileiro no mercado americano, forçando o setor a buscar novos mercados, como Japão, Coreia do Sul ou Índia, onde a demanda por biocombustíveis está crescendo, mas ainda é limitada. A UNICA estima que uma queda de 20% nas exportações para os EUA poderia custar cerca de US$ 500 milhões anuais ao setor, além de impactar 50 mil empregos diretos e indiretos.

Além disso, a decisão brasileira pode influenciar outras áreas do comércio bilateral. Por exemplo, tarifas mais altas sobre aço e alumínio, que representaram US$ 7 bilhões em exportações brasileiras para os EUA em 2024, poderiam agravar o impacto econômico, afetando indústrias no Sudeste e no Norte do Brasil. Assim, o etanol, embora central, é apenas uma peça em um quebra-cabeça maior de negociações comerciais.

Impacto para o consumidor brasileiro

No mercado interno, os desdobramentos das negociações podem ter efeitos indiretos, mas significativos, para o consumidor. Caso as exportações de etanol sejam prejudicadas por tarifas americanas, o setor sucroalcooleiro pode redirecionar o produto para o mercado doméstico, aumentando a oferta de etanol hidratado (usado diretamente em veículos flex). Isso poderia, em teoria, reduzir os preços nos postos, que em julho de 2025 giram em torno de R$ 4,50 por litro, segundo a ANP. No entanto, se o setor reduzir a produção para compensar perdas no mercado externo, o preço do etanol pode subir, impactando diretamente o consumidor.

Outro fator importante é o etanol anidro, que compõe 27% da gasolina C vendida no Brasil, conforme regulamentação da ANP. Uma eventual queda nas receitas de exportação pode levar as usinas a priorizarem o etanol anidro em detrimento do hidratado, encarecendo a gasolina, cujo preço médio nacional está em R$ 6,80 por litro em 2025. Esse cenário seria particularmente prejudicial para consumidores de regiões como o Nordeste, onde o consumo de gasolina é maior devido à menor penetração de veículos flex.

Além disso, o setor sucroalcooleiro pode enfrentar desafios logísticos e financeiros. A redução de exportações pode levar a cortes na produção, afetando empregos e investimentos em estados como São Paulo, que responde por 60% da produção nacional de etanol, e Alagoas, um importante polo sucroalcooleiro do Nordeste. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o setor sucroalcooleiro movimenta cerca de R$ 80 bilhões anualmente na economia brasileira, e qualquer instabilidade pode reverberar em cadeias produtivas relacionadas, como transporte e fertilizantes.

Como isso afeta o mercado interno de combustíveis?

O mercado interno de combustíveis no Brasil é altamente dependente do etanol, tanto pelo uso direto do etanol hidratado em veículos flex quanto pela mistura obrigatória de 27% de etanol anidro na gasolina C. Essa proporção, estabelecida pela Lei nº 13.033/2014, faz do etanol um componente essencial da matriz de combustíveis brasileira. Em 2024, o consumo de etanol hidratado no Brasil atingiu 19 bilhões de litros, enquanto o de gasolina C foi de 38 bilhões de litros, segundo a ANP, destacando a relevância do etanol para o mercado interno.

Se as negociações com os EUA resultarem em tarifas mais altas, a oferta de etanol no mercado interno pode aumentar, inicialmente reduzindo os preços. No entanto, a longo prazo, a perda de receita com exportações pode levar as usinas a reduzir a produção, o que elevaria os preços do etanol e, consequentemente, da gasolina. Um estudo do Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE) estima que um aumento de 10% no preço do etanol anidro pode elevar o preço da gasolina em até 3%, impactando diretamente a inflação.

Por outro lado, um acordo favorável com os EUA poderia estabilizar o setor, mantendo os preços do etanol competitivos e garantindo a oferta para o mercado interno. Isso seria particularmente benéfico em um contexto de alta nos preços internacionais do petróleo, que em julho de 2025 está cotado a US$ 85 por barril, pressionando os preços da gasolina no Brasil.

A política de preços dos combustíveis, gerida pela Petrobras com base na paridade de importação, também seria afetada. Desde 2016, a Petrobras ajusta os preços da gasolina com base no mercado internacional, e um encarecimento do etanol anidro pode forçar reajustes mais frequentes, impactando o consumidor final. Além disso, o aumento da oferta de etanol hidratado poderia incentivar o uso de veículos flex, que representam 70% da frota brasileira, segundo a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea).

O jogo geopolítico por trás disso

As negociações entre Brasil e EUA estão profundamente enraizadas em um contexto geopolítico mais amplo. Desde o início da Guerra da Ucrânia em 2022, os EUA têm intensificado esforços para isolar a Rússia economicamente, impondo sanções a setores como energia, finanças e tecnologia. O Brasil, como um dos maiores produtores agrícolas do mundo, é um alvo estratégico para os EUA, que buscam garantir o apoio de parceiros no hemisfério ocidental.

A neutralidade brasileira, defendida pelo Itamaraty, é uma estratégia de longo prazo para preservar a autonomia em um mundo polarizado. O Brasil mantém relações comerciais robustas com a Rússia, importando fertilizantes essenciais para o agronegócio, que consome cerca de 40 milhões de toneladas anuais, sendo 30% de origem russa. Ceder às pressões americanas poderia comprometer esse fornecimento, elevando os custos de produção agrícola e impactando setores como soja, milho e cana-de-açúcar.

Por outro lado, alinhar-se aos EUA poderia trazer benefícios, como maior acesso ao mercado americano para produtos agrícolas e industriais. No entanto, isso também poderia tensionar as relações com outros parceiros do BRICS, como China e Índia, que juntos representam 40% das exportações brasileiras, segundo dados do Ministério da Economia. O Brasil, portanto, enfrenta um dilema: proteger seus interesses comerciais imediatos com os EUA ou manter uma postura neutra que preserve sua flexibilidade em um cenário global instável.

O que dizem especialistas e fontes do setor

A UNICA, principal entidade representativa do setor sucroalcooleiro, alerta que tarifas americanas poderiam reduzir as exportações de etanol em até 20%, equivalente a uma perda de US$ 500 milhões anuais. Em comunicado, a entidade destacou que “o etanol brasileiro é um produto estratégico para a descarbonização global, e barreiras comerciais prejudicam não apenas o Brasil, mas também os esforços internacionais contra as mudanças climáticas”.

O Itamaraty, por sua vez, reforçou a importância de negociações equilibradas. Em nota de julho de 2025, o Ministério das Relações Exteriores afirmou que “o Brasil busca soluções que preservem a competitividade de seus produtos no mercado global, sem comprometer sua soberania em questões internacionais”. Já o Ministério de Minas e Energia destacou o papel do etanol na matriz energética brasileira, afirmando que “qualquer impacto no setor sucroalcooleiro será monitorado para garantir a estabilidade do mercado interno de combustíveis”.

Economistas como André Nassif, da Universidade Federal Fluminense, apontam que a decisão brasileira terá reflexos de longo prazo. “Se o Brasil ceder às pressões americanas, pode ganhar um alívio temporário nas exportações, mas arrisca sua autonomia comercial. Por outro lado, manter a neutralidade pode custar caro no curto prazo, com impactos na balança comercial e na inflação”, explica Nassif. Já a Confederação Nacional da Indústria (CNI) estima que tarifas americanas sobre aço, alumínio e etanol poderiam reduzir o PIB brasileiro em 0,3% em 2026, caso não haja acordo.

Cenários possíveis

Os desdobramentos das negociações podem levar a cenários distintos para o setor de etanol e a economia brasileira como um todo. No melhor cenário, um acordo com os EUA garantiria a isenção ou redução de tarifas, ampliando o mercado para o etanol brasileiro. Isso poderia incluir cotas de exportação isentas de impostos, como as que vigoraram entre 2012 e 2017, quando o Brasil exportava até 1,5 bilhão de litros anuais sem tarifas. Esse cenário beneficiaria o setor sucroalcooleiro, gerando empregos e divisas, além de reforçar a posição do Brasil como líder em biocombustíveis.

No pior cenário, o fracasso nas negociações levaria a tarifas mais altas, possivelmente de 30% ou mais, segundo analistas do setor. Isso forçaria o Brasil a redirecionar exportações para mercados alternativos, como a Ásia, onde países como Japão e Coreia do Sul têm mostrado interesse em biocombustíveis. No entanto, esses mercados ainda estão em desenvolvimento, e a infraestrutura para exportação em larga escala é limitada. A UNICA estima que a adaptação a novos mercados poderia custar até R$ 2 bilhões em investimentos logísticos, além de levar até três anos para atingir volumes significativos.

Outro cenário possível é um acordo parcial, no qual os EUA oferecem alívio em tarifas para alguns produtos, como o etanol, em troca de compromissos menores do Brasil, como a redução de importações de fertilizantes russos sem adesão plena às sanções. Esse cenário, embora menos polarizado, ainda exigiria ajustes no setor sucroalcooleiro e poderia gerar tensões com outros parceiros comerciais.

Por que o consumidor precisa entender isso

As negociações entre Brasil e EUA transcendem a esfera diplomática e têm impactos diretos no dia a dia do consumidor brasileiro. O preço do etanol e da gasolina na bomba, que afeta milhões de motoristas, está intrinsecamente ligado ao sucesso ou fracasso dessas tratativas. Um litro de gasolina mais caro pode pressionar o orçamento familiar, enquanto a estabilidade no setor sucroalcooleiro garante empregos e investimentos em regiões produtoras. Além disso, o etanol brasileiro é um símbolo da transição para uma economia mais verde, e sua competitividade no mercado global reforça o papel do Brasil na luta contra as mudanças climáticas.

Entender essas dinâmicas é essencial para que o consumidor perceba como decisões globais afetam o cotidiano. O abastecimento do carro, o custo do transporte público e até o preço dos alimentos – influenciado pelo custo dos combustíveis – estão conectados a esse jogo de interesses internacionais. Assim, o etanol, mais do que um combustível, é um reflexo de como a economia e a geopolítica moldam a vida de todos os brasileiros.

Fontes:

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