Preço do Etanol Recua e Chega ao Menor Valor em Dois Anos

O motorista brasileiro que abastece com etanol tem motivos para comemorar nas últimas semanas. Um novo levantamento divulgado pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis, a ANP, mostra que o preço médio do biocombustível segue em trajetória de queda em praticamente todo o país. O movimento não é pontual nem isolado: ele reflete uma tendência que já dura meses e que devolveu ao etanol parte da competitividade que havia perdido em relação à gasolina em outros momentos do ano.

Entender esse cenário é importante para qualquer motorista de veículo flex, já que a escolha entre etanol e gasolina no dia a dia impacta diretamente o orçamento mensal com combustível. Mais do que isso, entender por que os preços caem, em que ritmo e até onde essa tendência pode ir ajuda o consumidor a tomar decisões mais informadas na hora de abastecer, em vez de repetir escolhas por hábito.

Este texto reúne os principais números do levantamento mais recente da ANP, explica os fatores que estão por trás da queda, detalha em quais estados o etanol está mais vantajoso neste momento e mostra, na prática, como calcular se compensa colocar etanol ou gasolina no tanque.

Os números da semana: quanto caiu e onde

De acordo com o levantamento semanal da ANP, compilado pelo AE-Taxas, o preço médio do etanol hidratado nos postos pesquisados em todo o país recuou 0,76% na semana entre 9 e 15 de agosto de 2026, passando de R$ 3,94 para R$ 3,91 o litro. Embora a variação percentual pareça pequena quando olhada isoladamente, ela representa a continuidade de uma sequência de quedas que já se estende por semanas seguidas, algo que faz diferença real no bolso de quem abastece com frequência.

A queda não foi uniforme, mas foi amplamente disseminada pelo território nacional. Os preços recuaram em 22 estados e no Distrito Federal, subiram em apenas dois estados, e ficaram estáveis em Roraima. Não houve cotação disponível para o Amapá na semana avaliada. Esse padrão de queda generalizada é um indicativo importante: não se trata de um ajuste isolado em uma região específica, mas de um movimento estrutural que atinge a maior parte do país ao mesmo tempo.

Entre os destaques regionais, São Paulo, principal estado produtor e consumidor de etanol do Brasil, e também o que reúne o maior número de postos pesquisados pela ANP, registrou queda de 0,55% no período, com o litro chegando a R$ 3,61. Considerando que São Paulo funciona como uma espécie de termômetro nacional para o setor, dado o volume de produção e consumo do estado, essa queda reforça a leitura de que o movimento é consistente.

A queda mais expressiva do levantamento, no entanto, ocorreu em Minas Gerais, onde o preço médio do etanol recuou 4,31% na semana, chegando a R$ 3,77 o litro. Uma retração dessa magnitude em apenas sete dias chama atenção e sugere que a oferta do biocombustível na região mineira aumentou de forma significativa no período, pressionando os preços para baixo com mais intensidade do que na média nacional.

Vale destacar também os valores extremos observados na pesquisa. O menor preço registrado para o etanol na semana foi de R$ 2,79 o litro, encontrado em um posto de São Paulo, o que mostra como a variação de preços entre estabelecimentos pode ser considerável mesmo dentro de um mesmo estado. Já o maior valor identificado ficou bem acima da média nacional, evidenciando que, apesar da tendência geral de queda, o preço final na bomba ainda depende muito da localização, da logística de distribuição e da política comercial de cada posto.

Um movimento que já dura meses

O recuo mais recente não surgiu do nada. Ele é parte de uma tendência de queda que se consolidou ao longo dos últimos meses e que, olhada em perspectiva mais ampla, revela uma redução acumulada relevante no preço do etanol. No fim de maio de 2026, o litro do biocombustível custava, em média, R$ 4,22 nos postos pesquisados pela ANP. Desde então, o preço caiu de forma praticamente contínua até atingir os atuais R$ 3,91, uma redução acumulada de aproximadamente 7,3% em pouco menos de três meses.

Esse patamar de R$ 3,91 é particularmente significativo porque representa o menor valor médio nacional registrado desde o início de julho de 2024. Em outras palavras, o motorista brasileiro não pagava tão pouco pelo etanol há mais de dois anos. Para quem acompanha o mercado de combustíveis de perto, esse dado ajuda a colocar a queda recente em um contexto histórico mais amplo, e não apenas como uma variação semanal isolada.

Esse tipo de movimento de longo prazo costuma refletir mudanças estruturais na oferta e na demanda, e não apenas oscilações de curto prazo ligadas a fatores externos ou especulativos. Quando um combustível atinge o menor preço em dois anos, geralmente há uma explicação relacionada à produção, e é justamente esse o caso do etanol neste momento.

Por que o etanol está caindo: a colheita da safra

A explicação central para a queda contínua do etanol está diretamente ligada ao calendário agrícola brasileiro. O país vive atualmente o avanço da colheita da safra de cana-de-açúcar e de milho, as duas principais matérias-primas utilizadas na produção de etanol no Brasil. Esse processo de colheita, que se intensifica nesta época do ano, aumenta significativamente a oferta de insumos para as usinas, que por sua vez elevam sua produção de biocombustível.

O mecanismo é relativamente simples de entender: quanto mais cana e milho disponíveis para processamento, maior a produção de etanol, e maior oferta tende a pressionar os preços para baixo, especialmente quando a demanda não cresce na mesma proporção. Esse é um padrão sazonal conhecido no mercado brasileiro de combustíveis, mas a intensidade da queda observada nas últimas semanas sugere que a safra atual está sendo particularmente robusta.

O Brasil consolidou nas últimas décadas uma matriz de produção de etanol que combina duas fontes principais. A cana-de-açúcar, cultivada principalmente na região Centro-Sul, especialmente em São Paulo, segue sendo a base histórica da produção nacional. Já o etanol de milho, produzido com mais força em estados do Centro-Oeste como Mato Grosso, tem ganhado espaço crescente na matriz energética brasileira nos últimos anos, funcionando como uma segunda safra que ajuda a equilibrar a oferta ao longo do ano.

Essa combinação de duas fontes de matéria-prima é, inclusive, um dos motivos pelos quais o Brasil consegue manter uma oferta de etanol mais estável do que teria caso dependesse exclusivamente da cana. Quando as duas safras avançam de forma favorável ao mesmo tempo, como parece estar acontecendo agora, o resultado é uma pressão de baixa mais consistente sobre os preços em todo o país.

Vale reforçar que esse tipo de movimento, embora sazonal, tem prazo previsível para quem acompanha o setor. A colheita da cana no Centro-Sul costuma se concentrar entre abril e novembro, com pico de moagem geralmente entre junho e setembro. É justamente nesse período que a oferta de etanol tende a ser mais abundante, o que historicamente favorece preços mais baixos nos meses de meio de ano, revertendo-se gradualmente conforme a safra se aproxima do fim e a oferta diminui.

Etanol ou gasolina? Como funciona a conta da paridade

Para o motorista de carro flex, a grande pergunta prática por trás desses números é sempre a mesma: vale mais a pena abastecer com etanol ou com gasolina? A resposta depende de uma conta relativamente simples, conhecida no mercado automotivo como paridade entre etanol e gasolina.

A metodologia tradicional, amplamente utilizada tanto por especialistas do setor quanto por associações de consumidores, estabelece que o etanol compensa financeiramente quando seu preço na bomba corresponde a até 70% do valor da gasolina. A lógica por trás desse percentual está relacionada ao rendimento energético dos dois combustíveis: como o etanol tem menor poder calorífico do que a gasolina, um litro de etanol rende, em média, menos quilômetros rodados do que um litro de gasolina, quando usado no mesmo motor flex.

Por isso, mesmo que o etanol seja mais barato por litro, ele só é realmente mais vantajoso financeiramente quando essa diferença de preço compensa a diferença de rendimento. Se o etanol custar mais do que 70% do preço da gasolina, a conta tende a fechar a favor da gasolina, mesmo que o etanol continue sendo nominalmente mais barato no visor da bomba.

De acordo com o levantamento mais recente da ANP, a paridade média nacional entre etanol e gasolina ficou em 59,88% na semana de 9 a 15 de agosto. Esse número está confortavelmente abaixo do limite de 70%, o que indica que, na média do país, o etanol se manteve como opção economicamente mais vantajosa para quem dirige veículo flex.

É importante destacar, no entanto, que essa é uma referência geral, e não uma regra absoluta para todos os veículos. Especialistas do setor observam que a eficiência de cada motor específico pode alterar esse cálculo, e que o etanol pode continuar sendo competitivo mesmo em situações de paridade ligeiramente superior a 70%, dependendo do desempenho do carro. Motores mais modernos, otimizados especificamente para o uso de etanol, tendem a ter um rendimento proporcionalmente melhor com o biocombustível, o que pode deslocar esse ponto de equilíbrio.

Ainda assim, o percentual de 70% segue sendo a referência mais utilizada e mais didática para o consumidor médio calcular rapidamente, na própria bomba de combustível, se compensa optar pelo etanol ou pela gasolina naquele abastecimento específico. Basta dividir o preço do etanol pelo preço da gasolina no mesmo posto: se o resultado for igual ou menor que 0,70, o etanol tende a ser a escolha mais econômica.

Onde o etanol compensa mais: os estados com melhor paridade

O levantamento da ANP também traz um recorte estado a estado da paridade entre etanol e gasolina, e esses números ajudam a entender por que a competitividade do biocombustível varia tanto pelo território nacional. Segundo os dados mais recentes, o etanol se mostrou mais vantajoso do que a gasolina em 10 estados e no Distrito Federal.

Entre as regiões com melhor relação de preço, o destaque fica com o Mato Grosso, estado que registrou a paridade mais favorável do país, com o etanol custando o equivalente a 55,06% do preço da gasolina. Esse resultado não é surpreendente: o Mato Grosso é um dos principais polos de produção de etanol de milho do Brasil, e a proximidade entre produção e consumo tende a reduzir custos logísticos, o que se reflete em preços mais competitivos na bomba.

Logo atrás aparece São Paulo, com paridade de 56,85%. Como maior produtor de cana-de-açúcar do país e principal polo consumidor de combustíveis, o estado paulista costuma figurar entre os que oferecem as melhores condições para quem opta pelo etanol, o que explica por que tantos motoristas paulistas fazem dessa escolha um hábito recorrente.

Outros estados que aparecem entre os que apresentam melhor competitividade do etanol incluem Goiás, Minas Gerais, Paraná, Mato Grosso do Sul, Bahia, Acre, Amazonas e Santa Catarina, além do Distrito Federal. Cada um desses estados apresenta uma combinação própria de fatores, como proximidade das usinas produtoras, estrutura logística de distribuição e nível de concorrência entre postos, que ajuda a explicar por que o etanol se mantém como opção vantajosa nessas localidades.

Já nos estados onde a paridade fica mais próxima ou ultrapassa o limite de 70%, geralmente em regiões mais distantes dos grandes polos produtores de cana e milho, a conta tende a pesar mais a favor da gasolina, já que o custo de transporte do etanol até essas localidades reduz a vantagem de preço na bomba. Isso reforça um ponto importante: não existe uma resposta única e válida para o Brasil inteiro sobre qual combustível compensa mais. A decisão depende diretamente de onde o motorista está abastecendo, e por isso vale a pena conferir a paridade local antes de decidir entre etanol e gasolina.

O que isso significa no bolso do motorista flex

Para além dos números e percentuais, o que realmente importa para o motorista é o impacto prático dessa queda no orçamento mensal. Um carro flex rodando principalmente com etanol, em um cenário de paridade favorável como o atual, pode representar uma economia consistente ao longo do mês, especialmente para quem percorre distâncias maiores no dia a dia, como motoristas de aplicativo, representantes comerciais ou quem simplesmente mora longe do trabalho.

Vale lembrar que a escolha entre etanol e gasolina não deveria ser baseada apenas no preço por litro exibido na bomba, mas sim nessa relação de paridade que leva em conta o rendimento de cada combustível. Um erro comum entre motoristas menos atentos é escolher sempre o combustível numericamente mais barato, sem considerar que, dependendo do percentual de paridade, essa escolha pode na verdade sair mais cara ao final do mês, justamente por conta do menor rendimento do etanol em situações desfavoráveis.

Outro ponto que merece atenção é que essa vantagem do etanol tende a não ser permanente. Como o preço do biocombustível segue um ciclo sazonal ligado à safra, é esperado que, à medida que a colheita avance e eventualmente comece a perder força mais adiante no calendário, os preços do etanol tendam a subir novamente, reduzindo gradualmente sua vantagem em relação à gasolina. Por isso, o momento atual, de safra em pleno andamento e preços em queda consistente, representa uma janela particularmente favorável para quem pode escolher entre os dois combustíveis.

Isso não significa que o motorista precise recalcular a paridade a cada abastecimento de forma manual e complicada. Existem hoje diversas ferramentas e aplicativos que ajudam a simplificar essa conta, mostrando de forma direta e visual qual combustível compensa mais em determinado posto, sem que o consumidor precise fazer cálculos na cabeça em frente à bomba.

Além do preço na bomba: a transparência muda a forma de abastecer

Se por um lado o levantamento da ANP mostra que o cenário de preços está favorável ao etanol neste momento, por outro ele também evidencia um desafio recorrente enfrentado pelo motorista brasileiro: a dificuldade de acompanhar, em tempo real e de forma prática, qual é o preço mais vantajoso em cada posto e qual combustível realmente compensa mais naquele momento específico.

Tradicionalmente, o consumidor só descobre o preço do combustível quando já está na fila da bomba, muitas vezes sem tempo ou disposição para comparar com outros postos próximos ou fazer a conta da paridade entre etanol e gasolina. Esse modelo de “escolha por costume”, em que o motorista sempre abastece no mesmo posto por hábito ou proximidade, sem necessariamente buscar a melhor condição disponível, ainda é predominante no Brasil, mesmo em um momento de tanta digitalização de outros serviços do dia a dia.

É justamente nesse contexto que ferramentas digitais voltadas para o setor de combustíveis vêm ganhando espaço, propondo uma mudança de lógica: em vez de descobrir o preço apenas na bomba, o motorista pode saber de antemão qual posto oferece a melhor condição, comparando não apenas o valor por litro, mas também levando em conta descontos, localização e outras variáveis relevantes.

O Baratão Combustíveis, aplicativo de descontos em combustíveis que já reúne mais de 4 milhões de usuários ativos e está presente em todos os estados brasileiros, com mais de 3 mil postos credenciados, se encaixa nesse movimento de digitalização do abastecimento. A proposta do aplicativo é justamente eliminar a incerteza do preço na bomba, permitindo que o motorista veja o valor final antes mesmo de sair de casa e ative o desconto diretamente pelo celular, usando geolocalização para encontrar os postos credenciados mais próximos.

Nesse cenário de etanol mais barato e mais competitivo em boa parte do país, contar com um aplicativo que ajuda a localizar o melhor preço disponível na região pode potencializar ainda mais a economia que o próprio mercado já está proporcionando neste momento. A combinação entre um cenário de preços favoráveis, puxado pela safra em andamento, e o uso de ferramentas que aumentam a transparência do abastecimento tende a resultar em uma economia real e mensurável para quem dirige com frequência, seja com etanol, seja com gasolina.

Perguntas frequentes

Ainda com dúvidas? Tire-as aqui!

O que é o baratão combustíveis?

Somos um aplicativo voltado para a economia de combustível, onde vendemos com descontos em cima do valor da bomba.

Baratinhas são pontos acumulativos que o usuário recebe por cada abastecimento realizado, podendo ser seu próprio abastecimento ou dos indicados. As baratinhas têm o valor mínimo de 1.300 baratinhas para o resgate. Lembrando que cada baratinha que receber, possui validade de 4 meses e ao acumular, receberá mais desconto em suas próximas compras.

Clique em MEUS INDICADOS e em COMPARTILHAR e compartilhe sua indicação para seus amigos ou familiares. Eles devem inserir seu código antes de se cadastrar no aplicativo. Caso não esteja aparecendo, não foi utilizado o código de indicação antes do cadastro, e com isso, não foi validada a indicação.

Receberá baratinhas por cada abastecimento dos indicados. Acumulando as pontuações, receberá mais desconto em suas compras.

Trabalhamos com parceria nas regiões. Verifique nossos postos credenciados em nosso aplicativo e, após, clique em COMPRAR e em COMBUSTÍVEL.

Tem algum posto em sua região que não faz parte da parceria e gostaria de nos indicar? Entre em contato pelo nosso suporte (61) 9 9820-2004, e nos indique o posto.

O pagamento é realizado pelo aplicativo, depois que é selecionado o posto desejado para a retirada do combustível e sua quantidade. Após isso, seu cupom de retirada aparecerá na aba CUPONS, onde poderá apresentar o QR CODE para o frentista.

o realizar compras no aplicativo, damos a opção de abastecer em outros postos com o mesmo cupom comprado. Por gentileza, clique em seu cupom em ONDE POSSO ABASTECER, e verifique em quais postos seu cupom está apto para retirada. 

Parcelamos, o parcelamento é realizado por meio do seu cartão de crédito, em até 12x. O valor mínimo para parcelamento é de R$500,00 o boleto.

Sim. É necessário consultar nosso aplicativo, e nossos parceiros credenciados aptos para venda em cada região, bem como seus preços.

Temos parceria com mais de 25.000 lojas, desde academias até compras de produtos como roupas e eletrodomésticos.

Mais de 1,5 MILHÕES de pessoas já estão economizando com o Baratão. Estamos entre os 30 apps mais pesquisados do país na categoria de compras!

Fonte: Google Play, App Store

Eva Maria
Estou economizando bastante com o app. App funciona muito bem e os valores de combustível são ótimos. Com esses preços altos nos pontos de gasolina vale muito ter esse aplicativo. Muita economia,vários descontos e promoções! Economia no bolso do brasileiro. Muitos descontos para serem utilizados em vários estabelecimento!.
Cilêda Cézar
Ótimo aplicativo, muito útil! Muito fácil de se usar e o principal de tudo : Muita economia na hora de abastecer, descontos na hora do abastecimento. Estou indicando para meus amigos e ganho na hora as "Baratinhas" para trocar por combustível. Super indico essa maravilha. E tem mais , o aplicativo é cheio de funcionalidades muito valiosas. Parabéns a todos os idealizadores
Dalio Pinto
O aplicativo Baratão é excelente! A interface é simples e intuitiva, o que facilita bastante na hora de procurar as melhores ofertas. As promoções são muito vantajosas, e o atendimento ao cliente é sempre eficiente e ágil para resolver qualquer dúvida. As notificações de descontos também são um ponto forte, já que avisam de todas as promoções em tempo real. Recomendo para quem quer economizar e fazer compras com praticidade!
Bruno Souza
Simplesmente incrível! O Baratão revolucionou a forma como economizo em abastecimento. A interface é super intuitiva, os descontos são realmente vantajosos, e sempre encontro os melhores preços na minha região. É uma mão na roda para quem quer economizar de verdade. Recomendo de olhos fechados!
Hercules Amaral
Tem me servido bem e tenho economizado um bom valor, pois utilizo em carro utilitário que faz entregas então abasteço bastante, chego a ter economia de quase R$ 0,50 por litro. Tem dado certo, nunca tive nenhum problema, e quando precisei do suporte me atenderam rápido. Inclusive pode pagar no cartão e até parcelar. Recomendo.
Fabio Rigo
Ótimo app para economizar! Achei o app super fácil de usar e realmente cumpre o que promete. Consegui encontrar preços muito bons em postos próximos que eu nem sabia que existiam. Vale destacar que esses preços só são acessíveis pelo app, comprando diretamente no posto sai mais caro. É uma ótima forma de economizar no dia a dia, recomendo para todo mundo que quer abastecer pagando menos!

Sua melhor escolha para economia e praticidade. Aproveite descontos exclusivos e abasteça pelo menor preço.
Descontos exclusivos em mais de 10.000 estabelecimentos parceiros por meio do nosso Clube de Vantagens!

Cadastre seu posto

Fale com a gente

Capitais e regiões metropolitanas

E-mail para contato

Horários de suporte ao cliente

Economize com baratão

Formas de pagamento

© 2025 Baratão Tecnologia LTDA – 41.524.064/0001-79