Pela primeira vez na história da Uber, o sistema de avaliação dos motoristas parceiros foi alterado. A mudança acontece exclusivamente no Brasil e tem um motivo muito claro: o hexa. Patrocinadora oficial da Confederação Brasileira de Futebol, a empresa adicionou uma sexta estrela na escala de notas do aplicativo, válida durante junho e julho de 2026, enquanto o Brasil disputa a Copa do Mundo nos Estados Unidos, Canadá e México. A escala que sempre foi de um a cinco passa a ser de um a seis, e essa opção está disponível agora mesmo para qualquer usuário brasileiro ao final de uma corrida.

A iniciativa foi batizada de Modo Hexa e é um desdobramento da campanha “Chega Junto”, criada pela agência Wieden+Kennedy para a Uber Brasil. Para comunicar a novidade ao mundo, a empresa escalou Ronaldinho Gaúcho como protagonista, que aparece em uma série de vídeos explicando, com bom humor, por que torcedores de outros países foram “bloqueados” da atualização. A resposta é simples: a sexta estrela está disponível apenas em países que já têm cinco estrelas na camisa da seleção. Como apenas o Brasil se enquadra nessa condição, o resto do mundo ficou de fora.
O plano de mídia inclui peças em aeroportos internacionais com mensagens que reforçam o exclusivismo da ação. Uma delas diz diretamente: “6 estrelas disponíveis no Uber. Disponível apenas em países que já têm cinco estrelas. Que bom que você está no Brasil.” É comunicação que funciona como um lembrete gentil de que o Brasil ocupa um lugar único no imaginário do futebol mundial, e de que esse lugar tem valor até fora das quatro linhas.
A notícia rapidamente ganhou repercussão porque mexeu com algo que parecia intocável: a engenharia interna de avaliações da plataforma. Não foi uma peça publicitária convencional. Foi uma alteração real, funcional, dentro do produto, o que coloca o Modo Hexa numa categoria diferente da maioria das ações de Copa que vemos no mercado.
E essa decisão da Uber de transformar o próprio produto como forma de se conectar ao torcedor brasileiro diz muito sobre o momento em que vivemos: a Copa do Mundo tem esse poder peculiar de transformar tudo ao redor. O calendário muda, o humor do país muda, e, em 2026, até a forma como um dos maiores aplicativos do mundo avalia seus motoristas mudou.
O que é o Modo Hexa e como ele funciona
A sexta estrela foi batizada internamente como parte do chamado Modo Hexa, o nome dado à ação da Uber no contexto da Copa do Mundo 2026. A lógica é direta: o Brasil é o único país do mundo com cinco estrelas na camisa da seleção, símbolo de cinco títulos mundiais conquistados em 1958, 1962, 1970, 1994 e 2002. Se a seleção está em busca da sexta, nada mais coerente do que o app que patrocina a CBF oferecer uma sexta estrela que só existe aqui.
Na prática, ao final de uma corrida, os usuários brasileiros passam a ter a opção de avaliar o motorista com até seis estrelas, em vez das cinco tradicionais. A mudança vale apenas no Brasil e por tempo limitado, enquanto durar a Copa. Não se trata de uma revisão permanente do sistema de avaliação global da empresa, mas de uma adaptação pontual, pensada como ativação de marca para o período do torneio.
O que torna a ação tecnicamente significativa é exatamente esse caráter inédito. A Uber opera em dezenas de países e mantém uma arquitetura padronizada de funcionamento. Alterar qualquer parâmetro dessa arquitetura, mesmo que temporariamente, exige decisões que vão muito além do departamento de marketing. O fato de a empresa ter feito isso pela primeira vez, e ter feito no Brasil, diz algo sobre o peso simbólico e estratégico que o país representa para a plataforma neste momento.
A campanha “Chega Junto” e Ronaldinho Gaúcho
O Modo Hexa não chegou sozinho. Ele é um desdobramento da campanha “Chega Junto”, criada pela agência Wieden+Kennedy para a Uber Brasil como parte das ações de incentivo à seleção durante a Copa do Mundo 2026. E para comunicar a novidade da sexta estrela ao mundo, a Uber escolheu um embaixador à altura do momento: Ronaldinho Gaúcho.
O ex-jogador, um dos maiores da história do futebol brasileiro, aparece em uma série de vídeos com uma missão bem-humorada. Ele explica, para torcedores de outros países, por que eles foram “bloqueados” da atualização da sexta estrela. A premissa é simples e criativa: a nova funcionalidade está disponível apenas em países que já têm cinco estrelas na camisa da seleção. Como apenas o Brasil se enquadra nessa condição, todos os demais ficaram de fora. E coube a Ronaldinho dar a notícia, com aquele sorriso que o mundo inteiro reconhece.
A escolha de Ronaldinho não é aleatória. Além de ser um dos jogadores mais amados da história da seleção, ele carrega uma imagem associada à leveza, à alegria e à irreverência, atributos que combinam com o tom da campanha. Não é uma comunicação de convocação épica nem de pressão por resultado. É uma campanha que celebra o privilégio de ser brasileiro num momento em que o mundo inteiro estará olhando para o futebol.
O plano de mídia da ação inclui peças em aeroportos internacionais, com mensagens que reforçam o exclusivismo da funcionalidade. A comunicação funciona como um lembrete gentil de que o Brasil ocupa um lugar único no imaginário do futebol mundial, e de que esse lugar tem valor até fora das quatro linhas.
As cinco estrelas na camisa e o peso de ser pentacampeão
Para entender por que a sexta estrela tem tanto significado, é preciso voltar um pouco no tempo e lembrar o que representam as cinco que já estão bordadas no uniforme da seleção. O Brasil é o único país na história da Copa do Mundo a conquistar cinco títulos. Nenhuma outra nação chegou perto desse número. A Alemanha e a Itália têm quatro. A Argentina, a França e o Uruguai têm dois cada. A Inglaterra e a Espanha, um. O Brasil tem cinco.
Essa hegemonia histórica transforma a seleção brasileira em algo que vai além do esporte. A camisa amarela com as estrelas douradas é reconhecida em qualquer esquina do mundo, por pessoas que nunca assistiram a uma partida de futebol na vida. É um símbolo cultural, quase um patrimônio imaterial da humanidade. E é exatamente essa carga simbólica que a Uber capturou na sua ação.
A última conquista do Brasil foi em 2002, no Japão e na Coreia do Sul, com aquela seleção comandada por Luiz Felipe Scolari e liderada por Ronaldo Fenômeno, Ronaldinho Gaúcho, Rivaldo e Roberto Carlos, entre outros. Desde então, 24 anos se passaram sem um título. Houve eliminações dolorosas, campanhas frustrantes e, em 2014, a derrota histórica de 7 a 1 para a Alemanha em pleno Mineirão, que ficou marcada como o ponto mais baixo do futebol nacional nas últimas décadas.
Em 2026, a seleção chega com um elenco renovado, liderado por Vinicius Junior e sob o comando de Carlo Ancelotti, o técnico italiano multicampeão que estreia em Copas do Mundo à frente de uma seleção. A expectativa é grande, o contexto é favorável, e o país inteiro embarca nessa esperança coletiva de que a sexta estrela finalmente chegue. Nesse cenário, cada ação de marca que se conecta ao hexa tem um campo fértil para ressoar com o público brasileiro.
Copas do Mundo e marcas: uma história de ativações que ficaram na memória
A relação entre grandes marcas e a Copa do Mundo é tão antiga quanto o próprio torneio moderno. Desde que a televisão transformou o futebol num espetáculo global e a publicidade percebeu o alcance desse palco, as empresas passaram a disputar espaço no imaginário do torcedor com a mesma intensidade com que as seleções disputam o título. E ao longo das décadas, algumas ativações se tornaram tão memoráveis quanto os próprios gols.
Na Copa de 1994, nos Estados Unidos, a Nike começou a construir sua relação com o futebol brasileiro de um jeito que definiria gerações. As campanhas com Romário, Bebeto e aquela seleção carismática plantaram uma semente que floresceu nos anos seguintes, culminando nas icônicas peças com Ronaldo Fenômeno, que se tornaram referência mundial de publicidade esportiva. A marca americana entendeu antes de muitos que patrocinar a seleção brasileira não era apenas uma questão de visibilidade: era uma associação com a alegria, com a ginga, com um jeito de jogar que o mundo inteiro admirava.
Em 2006, na Alemanha, a Copa foi marcada pelo crescimento das ativações digitais. Era o início da era em que a internet começava a competir com a televisão como veículo de comunicação em massa durante grandes eventos. Marcas passaram a criar experiências online para engajar torcedores que não podiam estar nos estádios, antecipando em quase duas décadas o que hoje chamamos de estratégias de segunda tela.
A Copa de 2014 no Brasil foi um divisor de águas para o mercado nacional. Nunca antes o país havia recebido um torneio dessa magnitude, e nunca antes as marcas brasileiras haviam investido tanto em comunicação associada ao futebol. Foi também a Copa das redes sociais, o primeiro Mundial em que o Twitter, o Facebook e o YouTube tiveram papel central na experiência do torcedor. Memes, campanhas virais e conteúdo em tempo real passaram a ser parte inseparável da narrativa da Copa, ao lado dos resultados dentro de campo.
Em 2018, na Rússia, e em 2022, no Catar, a digitalização foi ainda mais profunda. Plataformas de streaming transmitiram jogos, aplicativos de apostas explodiram em usuários, e as marcas passaram a medir o sucesso de suas ativações não apenas por audiência de TV, mas por engajamento digital, downloads e conversões dentro dos próprios apps. O torcedor deixou de ser um espectador passivo e passou a ser um usuário ativo, que consome conteúdo, interage com marcas e toma decisões de compra durante e depois dos jogos.
Em 2026, nos Estados Unidos, Canadá e México, a Copa chega ao seu estágio mais avançado de digitalização. Com 48 seleções participantes pela primeira vez na história, o torneio se expande em duração, em número de jogos e em alcance geográfico, o que significa mais janelas de atenção para as marcas e mais oportunidades de ativação ao longo de semanas. A ação da Uber com a sexta estrela chega, portanto, num momento em que o mercado está mais maduro e mais exigente do que nunca. Para se destacar, não basta anunciar. É preciso fazer algo que o torcedor sinta, use e lembre.
O mercado de aplicativos no Brasil e o impacto dos grandes eventos
O Brasil ocupa uma posição de destaque no cenário global de aplicativos móveis. O país está consistentemente entre os maiores mercados do mundo em número de downloads, tempo de uso e receita gerada por apps, disputando espaço com gigantes como Estados Unidos, Índia e China. Esse dado, por si só, já justifica por que empresas como a Uber escolhem o Brasil como laboratório para iniciativas inéditas.
Mas o que torna o mercado brasileiro ainda mais interessante do ponto de vista estratégico é o comportamento do usuário durante grandes eventos. Pesquisas do setor apontam que períodos de Copa do Mundo geram picos expressivos de uso em aplicativos de mobilidade, entrega, pagamento e entretenimento. O raciocínio é simples: mais gente circulando, mais gente pedindo comida, mais gente se deslocando, mais gente consumindo. E tudo isso passa, cada vez mais, pelos smartphones.
Durante a Copa de 2022 no Catar, mesmo com os jogos sendo disputados no fuso horário do Oriente Médio, o Brasil registrou aumentos significativos no uso de aplicativos nos horários das partidas e no período imediatamente posterior. Plataformas de delivery relataram picos de pedidos antes dos jogos, enquanto apps de mobilidade urbana registraram aumento de corridas no intervalo e após o apito final, com torcedores se deslocando entre casas, bares e restaurantes.
Em 2026, com os jogos acontecendo nos Estados Unidos, Canadá e México, o fuso horário é mais favorável para o torcedor brasileiro, especialmente para as partidas da tarde e início da noite. Isso significa que o brasileiro vai assistir às partidas em horários mais convenientes, o que tende a amplificar ainda mais o impacto nos aplicativos. Mais corridas de Uber para chegar ao bar antes do apito inicial. Mais pedidos de comida para o intervalo. Mais abastecimentos no posto para quem vai de carro. Mais uso de aplicativos de serviço de ponta a ponta.
Para as plataformas digitais, isso representa uma janela de ouro. E as que souberem se posicionar de forma criativa e relevante dentro dessa janela têm a chance de transformar um usuário eventual num usuário recorrente. A fidelização durante a Copa pode render dividendos muito além do encerramento do torneio. Um usuário que baixa um aplicativo para aproveitar uma promoção temática e tem uma boa experiência tem muito mais chance de continuar usando aquela plataforma depois que a Copa acabar.
É por isso que o Modo Hexa da Uber não é apenas uma peça de entretenimento. É uma estratégia de negócio. Ao criar uma funcionalidade exclusiva para o Brasil durante a Copa, a empresa reforça o vínculo emocional com o usuário brasileiro num momento de altíssima atenção coletiva. E ao fazer isso de dentro do produto, e não apenas na comunicação externa, ela transforma cada corrida realizada entre junho e julho num pequeno momento de conexão com o maior evento esportivo do planeta.
O comportamento do consumidor brasileiro na Copa
Entender como o brasileiro se comporta durante a Copa do Mundo é quase um estudo antropológico. Poucos eventos no mundo têm a capacidade de reorganizar a vida de um país inteiro da forma que o futebol faz no Brasil. Empresas ajustam expedientes, escolas adaptam horários, o comércio monta estratégias específicas para o período, e até o trânsito das cidades se comporta de forma diferente nos dias de jogo da seleção.
Pesquisas de consumo realizadas em edições anteriores da Copa mostram que o brasileiro aumenta significativamente seus gastos com alimentação fora de casa, bebidas, eletrônicos para acompanhar os jogos e transporte durante o torneio. A lógica de consumo muda: as pessoas estão mais dispostas a gastar em experiências coletivas, a sair de casa, a se reunir com amigos e família, a criar rituais em torno dos jogos.
Esse comportamento tem impacto direto no consumo de combustível. O torcedor que vai de carro até a casa do amigo, o motorista de app que trabalha mais nos dias de jogo, o pai de família que leva os filhos para ver a partida num espaço com telão, o casal que prefere ir a um bar para assistir com mais gente: todos eles passam pelo posto antes ou depois. A Copa não é apenas um evento de futebol. É um evento de mobilidade.
Dados históricos do setor de combustíveis no Brasil apontam crescimento no volume de abastecimentos durante períodos de grandes eventos esportivos, especialmente nos finais de semana e nos dias de jogos noturnos. O motorista que antes adiava o abastecimento tende a encher o tanque antes de sair para ver o jogo, ou logo depois, no caminho de volta para casa. Esse padrão de comportamento é consistente e se repete a cada edição da Copa.
Para o motorista que vai às ruas durante o torneio, seja por lazer ou por trabalho, o abastecimento deixa de ser uma tarefa burocrática e passa a fazer parte do ritual da Copa. E é exatamente nesse contexto que aplicativos voltados para o universo automotivo ganham relevância. O momento em que o torcedor precisa parar no posto é também o momento em que ele pode economizar, planejar melhor o trajeto e tirar mais proveito de cada real gasto com combustível.
Outro dado relevante é o crescimento do uso de aplicativos de serviços durante a Copa. O brasileiro conectado de 2026 não separa mais o mundo físico do digital. Ele pesquisa preços no celular antes de abastecer, compara postos pelo mapa, usa apps para pagar sem filas e acumula benefícios em cada transação. A Copa acelera esse comportamento porque coloca o brasileiro em movimento constante, e movimento gera necessidade de combustível, de transporte, de planejamento.
Nesse sentido, a ação da Uber com o Modo Hexa captura algo verdadeiro sobre o momento. O Brasil de 2026 é um país que vive a Copa de forma simultânea nas ruas e nas telas, nos bares e nos aplicativos, no grito coletivo do gol e na notificação do smartphone. Marcas que entendem isso e se posicionam dentro dessa dinâmica têm muito mais chance de criar conexões genuínas com o consumidor do que aquelas que apenas colocam uma chuteira no logo e chamam de campanha de Copa.
A tecnologia entrou em campo junto com a seleção. E o torcedor brasileiro, como sempre, está no centro de tudo.
Copa, combustível e economia real no bolso do motorista
Com o país inteiro em movimento durante a Copa, o posto de combustível volta a ser um ponto de passagem obrigatório na rotina de milhões de brasileiros. E num cenário em que o preço do combustível segue sendo uma das principais preocupações do motorista nacional, economizar no abastecimento deixa de ser uma questão de conveniência e passa a ser uma necessidade concreta.
O Baratão Combustíveis é o app que resolve exatamente isso. Com mais de 4 milhões de usuários ativos, presente em todos os 26 estados e no Distrito Federal, com mais de 3 mil postos credenciados e nota 4,9 nas duas principais lojas de aplicativos, o Baratão é o maior aplicativo de descontos em combustível do Brasil. Pelo app, o motorista localiza postos próximos, ativa o desconto antes de abastecer e paga menos no preço por litro, com total transparência sobre o valor final antes mesmo de sair de casa.
Se a Copa vai colocar mais gente nas ruas e mais carros nos postos, que pelo menos o abastecimento saia mais barato. Baixe o Baratão Combustíveis na Apple Store ou no Google Play e aproveite a Copa com o tanque cheio e o bolso aliviado.